sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Celina Leão - Valorização do policial militar




O impasse do Governo do Distrito Federal (GDF) com os policiais militares é tema de artigo da deputada Celina Leão (PDT). Para ela, o bom funcionamento da segurança pública está atrelado à valorização dos profissionais envolvidos - o que, em sua opinião, tem sido ignorado pelo GDF. "Enquanto o governo finge não saber da insatisfação dos policiais, a categoria segue revoltada e desmotivada", lamenta.



Dentro de uma democracia se faz necessário representatividade política para o crescimento e a sobrevivência de qualquer segmento. Uma das instituições mais importantes que compõe a Segurança Pública do Distrito Federal ficou enfraquecida nos últimos quatro anos em decorrência do não cumprimento de acordos feitos para a eleição do atual governo. A tropa viu as mais diversas categorias do serviço público serem contempladas com seus planos de carreira, enquanto foi deixada de lado.
Os milhares de homens e mulheres que integram a instituição Polícia Militar viam no atual governo uma das maiores chances de representatividade de toda a sua história; no entanto, foram enganados, as promessas não foram cumpridas, não houve valorização da tropa e logo veio uma revolta explicita tanto nas ruas, quanto nas redes sociais.
O único instrumento de pressão legítimo para qualquer categoria é a greve, mas isso não vale para os militares, que adotam apenas a chamada "operação padrão" e assim fizeram, mas o governo fechou os olhos para a categoria que clamava por diálogo, valorização e reconhecimento.
Neste impasse, o DF viveu um dos piores momentos no quesito segurança, os números subiram assustadoramente: homicídios, roubos, sequestros relâmpagos e toda sorte de crime. A "operação padrão" mostrou a importância do trabalho dos policiais e bombeiros militares. Mas nem com o caos instalado na cidade o governo cogitou cumprir os compromissos assumidos com os policiais, pelo contrário, em atitudes que remetem à ditadura, ele usou a força e chegou a prender inúmeros policiais que usavam blogs e redes sociais para cobrar do governo a postura de honrar compromissos.
Não foi só a categoria que se revoltou com o descaso do governo. Em 2013 pedi o impeachment do governador do DF, Agnelo Queiroz, por corrupção eleitoral, justamente pelo anúncio das 13 promessas de campanha aos profissionais da segurança pública, que não foram cumpridas.
Muitos movimentos foram feitos: caminhadas, assembleias e reuniões em prol do maior anseio da categoria, o plano de carreira ou reestruturação. Os praças, que compõem a maioria da corporação, já tinham esboçado um projeto que atendia às reivindicações de todos, inclusive dos inativos, mas sorrateiramente foram, mais uma vez, enganados. O governo preferiu sentar com a minoria formada por oficiais, para então traçar um novo plano, como uma retaliação pelos meses de "operação padrão" liderada por praças.
A nova proposta massacra os praças, que não serão mais promovidos por mérito, mas por avaliação do seu superior, é a volta do apadrinhamento. Os coronéis passam a ser chamados de Vossa Excelência, e os policiais que conduzem as viaturas serão chamados de patrulheiros. São formas de humilhar aqueles que tão somente lutaram por melhores condições de trabalho. Os policiais esperam um projeto que seja de excelência e justo e não esse, que volta ao coronelismo, aos feitores e "mãos de ferro", um projeto que privilegia parte da categoria em detrimento de outra.
Os praças já manifestaram publicamente que a proposta de reestruturação aprovada pelo governo não os atende, mas têm sido ignorados. Em recente entrevista, o governador Agnelo teve a coragem de declarar que desconhece a insatisfação dos praças, uma atitude lamentável.
A segurança pública só será eficaz com profissionais valorizados, motivados e bem remunerados, não adianta quantidade de homens na rua se eles não forem reconhecidos como esperam. Enquanto o governo finge não saber da insatisfação dos policiais, a categoria segue revoltada e desmotivada. Esta é a outra face da verdadeira situação da segurança no DF, que não está na propaganda eleitoral de Agnelo Queiroz.
*Celina Leão é deputada distrital pelo PDT
Fonte: CLDF

29/8 - DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO - APAGUE ESSA IDEIA!

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. Lembre-se de que no futuro você vai desejar ter parado hoje. Saúde, curta essa ideia! 

Celina Leão cobra o retorno de 18 linhas de ônibus no Gama

A deputada Celina Leão (PDT) discursou na tarde desta quinta-feira (28), sobre os problemas no Transporte Público do Distrito Federal, sobretudo no Gama, onde 18 linhas foram desmontadas com a chegada do BRT, a parlamentar pede que a população daquela cidade seja respeitada. 

“Estou acompanhando a situação do Transporte no Gama e a retirada de várias linhas, entendo que o BRT tem que ser um complemento ao Transporte Público e não um empecilho, como tem sido para a comunidade do Gama,  já pedimos que o DFTrans reconsidere e traga as 18 linhas de volta”, anuncia a deputada.

Celina Leão, também, destacou em seu pronunciamento, que por diversas vezes alertou em plenário, que o Transporte não daria certo com o modelo da nova licitação. Para a deputada a situação no Gama é ainda pior, porque os ônibus são velhos e as empresas não cumpriram sua parte  no contrato, que é substituir a frota. “Aprovamos aqui um crédito de R$ 48 milhões para subsidiar o Transporte Público no DF, que continua sendo um lixo”, reclama.

A deputada observa ainda, que para muitos pode ser uma  surpresa que o Transporte no  DF esteja ruim, mas não para ela. “Está péssimo mesmo, com uma licitação fraudada,  que manteve os mesmo barões da catraca, que continuam operando e com um número  menor  de ônibus, claro que isso não poderia dar certo. Tenho alertado que estes problemas seriam inevitáveis desde o início do meu mandato e o resultado está aí”, aponta Celina.

Fonte: Assessoria Deputada

Celina Leão volta a criticar a proposta de reestruturação da PM apresentada pelo governo


Durante o comunicado de líderes na tarde desta quinta-feira (29), a deputada Celina Leão (PDT) voltou a criticar a proposta de reestruturação apresentada pelo governo, para os Policiais e Bombeiros Militares.

“É um absurdo a declaração do governador Agnelo Queiroz, de que não conhecia o plano de reestruturação da PM. Se eu, que sou deputada distrital tive acesso ao plano  e vi que estava ruim, como o governador não teve? Ou ele está muito mal assessorado por coronéis que só querem saber de puxar o saco, sem trazer a realidade do que tropa quer, ou faltam informações mesmo, o que é lastimável” , considera a deputada.

Na avaliação da parlamentar, a proposta traz de volta o sistema de conselho, com a tese do conceito moral para promoções, ou seja, só sobe de patente com a avaliação do superior e não por mérito, o que Celina Leão considera  um atraso na vida do Policial Militar.

“É um plano que não está bom para os Praças, imagina que de 400 vagas,  360 são para os Coronéis e 40 para os Praças, isso não é justo e nem  vai de encontro ao que os praças esperam de um governo sério. Me surpreendo  com  um chefe de estado que elabora uma proposta  e diz que não tem conhecimento dela. O projeto, inclusive, foi apresentado aos praças no Centro de Convenções e todos estão insatisfeitos”, observa Celina.

A deputada anunciou que fará uma audiência pública para discutir o projeto e, com isso, dar uma resposta a todos que estão aguardando uma reestruturação justa, que contemple toda a categoria e não uma parte dela.

Fonte: Assessoria Deputada

Celina Leão cobra do governo as casas que foram prometidas no varjão

A deputada Celina Leão (PDT) usou o comunicado de líderes da sessão ordinária desta quinta-feira  (28), para cobrar do governo a entrega das casas que seriam construídas na área de transição do Varjão, para atender as famílias que foram removidas do local em fevereiro de 2013.

“Já são quase dois anos de promessas não cumpridas, o governo se comprometeu em iniciar as obras no local no dia seguinte à remoção e eu volto a cobrar que isso aconteça”, insiste a deputada.

São 300 famílias que esperam por  essas casas, enquanto vivem  com uma ajuda de custo para pagar o aluguel. A remoção das famílias foi traumática, houve confronto e várias pessoas ficaram feridas ao defenderem suas moradias, desde então a parlamentar vem cobrando insistentemente uma providência do GDF.

“Se o governo teve  tanta competência para construir o Estádio, por que não constrói as casas conforme prometeu?”, questiona Celina.

Fonte: Assessoria Deputada

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Deputada teme não haver recursos para pagar reajustes de servidores

A deputada Celina Leão (PDT) manifestou preocupação com as finanças do Governo do Distrito Federal (GDF) em pronunciamento feito nesta terça-feira (26), durante a sessão ordinária. Ela declarou, após desfilar uma série de números, que há um "furo" no orçamento deste ano no valor de R$ 1,2 bilhão e disse temer que não haja recursos para cobrir os reajustes que o GDF concedeu no ano passado a diversas categorias, por meio de planos de cargos e carreiras.
A despesa autorizada para pagar a folha de pagamento dos servidores do GDF, em 2014, é de R$ 10,1 bilhões, apenas R$ 132 milhões a mais do que custou a folha de 2013 (R$ 9,9 bilhões). Ocorre, de acordo com a deputada, que o impacto dos aumentos concedidos a algumas carreiras é de R$ 699 milhões. Ela lembra, ainda, o crescimento vegetativo da folha de pagamento de um ano para o outro, que gira em torno de 2,5%, destinado a cobrir anuênios e outros benefícios.
Subtraindo o impacto dos reajustes do valor destinado à folha de 2014, resta um déficit de R$ 567 milhões, prosseguiu Celina. O "furo" a que a deputada se refere é a soma desse déficit com R$ 629 milhões de reconhecimento de dívida relativa a despesas do ano passado. Essa dívida, segundo a parlamentar, decorre da decisão do governo de encerrar o pagamento dos "restos a pagar" de 2013 (quando o ano se encerra sem que todas as dívidas relativas a empenhos feitos no ano não foram pagas) em 31 de janeiro deste ano. Geralmente, a quitação dos restos a pagar vai até abril ou maio.
Quem não recebe o dinheiro devido e relacionado nos restos a pagar recorre à Justiça, ocasionando uma dívida que o governo acaba tendo que pagar. É um efeito "bola de neve", que, conforme Celina Leão, demonstra má gestão dos recursos públicos.
Outras despesas, como as de custeio, foram previstas a menos no orçamento de 2014, fomentando um "rombo" que, segundo a distrital, "vai produzir seus efeitos mais cedo ou mais tarde". A deputada anunciou que vai pedir a convocação do secretário de Planejamento do GDF para explicar como o governo vai pagar os reajustes aprovados para muitas carreiras de servidores, entre outras dúvidas provocadas pelos números levantados por sua assessoria. Ela reclamou, ainda, do bloqueio de R$ 5 milhões em emendas de parlamentares ao orçamento deste ano.
Fonte: CLDF

Deputada Celina Leão denuncia abuso de autoridade.





Denunciei, no Plenário da Câmara Legislativa, a ação de um servidor do DETRAN-DF que extrapolou de sua autoridade para perseguir meus eleitores. Ele abordou dois carros que estavam plotados com meu material de campanha, arrancou os adesivos e multou os condutores. Estou entrando com uma representação na Justiça por abuso de autoridade. Confira!#CelinaLeão12123 #VamosJuntos #EuTrabalho #AvançaBrasília #PDT12

PARABÉNS, CORRETOR DE IMÓVEIS !!

Hoje é Dia do Corretor de Imóveis, deixo o meu abraço a esses profissionais tão importantes para o sucesso das transações imobiliárias

Parabéns Psicólogos! Vocês fazem a diferença em muitas vidas.


Deixo o meu abraço a todos os psicólogos do DF, profissionais dedicados a nos entender e compreender os processos intra e interpessoais. Vocês fazem a diferença em muitas vidas. Parabéns!


domingo, 24 de agosto de 2014

Celina Leão sempre lutando pela causa dos PMs DF





Reveja os meus pronunciamentos em defesa da Polícia Militar. A luta continua!

 #CelinaLeão12123 #VamosJuntos #EuTrabalho #AvançaBrasilia#PDT12

AGNELO QUEIROZ O GRANDE ILUSIONISTA - *A.Q*



Precisamos trazer essa cidade dos sonhos para nossa realidade. O povo não é bobo, chega de mentiras! 

MAIS UMA PROVA DO APAGÃO DE GESTÃO DO GDF - A PROPOSTA AGORA É ACABAR COM O BOPE (Batalhão de Operações Especiais)

Precisamos eleger um governo, que tenha o compromisso de valorizar a Policia Militar e não que queira acabar com ela. 

Deputada Celina Leão quer saber qual é a política habitacional do GDF.


Indignada ao ver a falta de gestão, organização e providências do governo na "remoção" dos já assentados do Varjão, a ,deputada Celina Leão, emocionada, pede apoio a todos os deputados do Distrito Federal para que seja mudada a forma de despejo que está sendo usada. "O povo merece e respeito, famílias assentadas há mais de uma década não podem ser jogadas na rua.", enfatiza a parlamentar.
assista, reflita e compartilhe. Amanhã pode acontecer na sua rua, com você.

Deputada Celina Leão chama GOVERNO DE FACISTA e Denuncia Arapongagem


Reveja o vídeo onde faço duras cobranças, para que a "CPI da Arapongagem" fosse instaurada. #CelinaLeão12123 #VamosJuntos#EuTrabalho #AvançaBrasília #PDT12

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Audiência pública revela insegurança na porta de escolas


A deputada Celina Leão (PDT) presidiu a audiência pública na Câmara Legislativa, na manhã desta segunda-feira (7), para debater a segurança dos jovens no Distrito Federal. O debate contou com a presença de estudantes, professores, representantes de entidades estudantis, como a UNE e a Umesb, além do Ministério Público do DF. "O DF é a quinta unidade da Federação com maior taxa de morte entre jovens e isso se deve a falta de políticas públicas voltadas à juventude", afirma a deputada.

Estudantes que participaram da audiência pública relataram a sensação de insegurança que enfrentam, sobretudo nas áreas próximas às escolas. Segundo os alunos a freqüência dos assaltos é tamanha que já sabem que se trata de um trio de homens sendo um alto e magro outro baixo e um terceiro forte. "Fui assaltada na porta da escola, meus tios pagam segurança particular para minha prima, mas meus pais não têm condições e segurança é um direito que eu tenho, mas que infelizmente não é assegurado pelo Estado, por isso vivemos com medo'', lamentou Yammona Martys, estudante do 1º ano do ensino médio.

"Estudo no CTN e minha escola é ótima tenho orgulho de estudar lá, mas a segurança é péssima e falta infraestrutura, os assaltos são rotina na porta da escola. Queria muito que isso mudasse", revelou Jéssica aluna do ensino médio do CTN.

Celina Leão disse que vai encaminhar um ofício ao GDF cobrando providências imediatas. "Vamos solicitar à Secretaria de Segurança Pública que investigue se há uma quadrilha atuando nas redondezas da escola, para que atuem imediatamente no sentido de identificar e punir os responsáveis", ressaltou a parlamentar.

A deputada também pediu aos estudantes que enviem sugestões à Câmara Legislativa para ajudar a aperfeiçoar o plano distrital de juventude, que tramita na Casa. " Quando os bons cruzam os braços os maus tomam conta. Vocês são os protagonistas do controle social, por isso não se calem. O governo precisa garantir ensino de qualidade, escolas bem equipadas e que os alunos tenham respeitado o direito de ir e vir com segurança", orientou.

O professor Davi Silva Fagundes, criador do projeto "Adote um Distrital", assinalou que a juventude do DF é uma das mais violentas do Brasil "pela péssima referência da qualidade de vida desses jovens, que em sua maioria vivem em situação de vulnerabilidade, é preciso acompanhar a elaboração de políticas públicas pela Câmara Legislativa e sua execução pelo governo. Temos que saber em que nível as ações estão sendo aplicadas", observou.

Para a promotora de justiça adjunta, Cláudia Braga Tomelin de Almeida, que atua na Vara da Infância, na área de atos infracionais, a educação é o melhor antídoto contra a violência e os problemas da área de segurança. "Mais do que responsabilização nós buscamos a ressocialização, não adianta um espaço moderno sem uma equipe multidisciplinar especializada ", opinou.

Já a promotora de justiça adjunta, Janaína Laudelina Bizerra, destacou a necessidade de o jovem se preocupar com a política. "É bonito e inspirador ver que jovens estão preocupados com os rumos que nossos governantes vêm tomando. Há um fenômeno de desinteresse que é mundial, mas temos de combatê-lo", declarou.

Propaganda em veículos com aparelhagem de sonorização (alto-falantes, amplificadores) para veiculação de jingles e/ou mensagens do candidato

O uso de veículos com aparelhagem de sonorização (alto-falantes, amplificadores) para veiculação de  jingles e/ou mensagens do candidato em vias públicas fica proibido nas seguintes localidades:

BRASÍLIA (Plano Piloto)
- Nas vias de acesso, bem como vias que cruzam ou margeiam a Rodoviária (plataforma inferior e superior), o Setor Comercial Sul e Norte, o Setor Bancário Sul e Norte e o Setor Hoteleiro Sul e Norte;
- Eixo Monumental toda a extensão, inclusive Praça dos Três Poderes;
- Ponte Costa e Silva, Ponte das Garças (Presidente Médici) e Ponte JK.
- W/3 Sul e W/3 Norte;
- Vias de acesso aos Hospitais (HBB, HRAN);
- Via IA (Feira), via IA1,2 e 3.

ÁGUAS CLARAS:
- Avenidas Castanheiras e Araucárias.

BRAZLÂNDIA:
- Avenida Central e Via SM2.

CEILÂNDIA:
- Via NM2, Hélio Prates, Via de ligação Centro Norte e Av. Elmo Serejo.

CRUZEIRO/OCTOGONAL/SUDOESTE:
- Avenida Central, Via HCE e Estrada Contorno do bosque – EPCB;
- Avenida principal do Sudoeste.

GAMA:
- Av. dos Bombeiros, Via SCN e Via SCLN.

GUARÁ I e II:
- Avenida Central

NÚCLEO BANDEIRANTE:
- Travessia Dom Bosco.

PARANOÁ:
- Avenida Paranoá.

PLANALTINA:
- Avenida Independência e Avenida Goiás.

RECANTO DAS EMAS:
- Avenida Recanto das Emas.

RIACHO FUNDO I:
- Avenida Ipê.

SAMAMBAIA:
- Via de ligação Samambaia - Taguatinga.

SOBRADINHO I
- Rua I e Rua 3.

TAGUATINGA:

- Avenida Comercial Norte e Sul, Avenida Sandu Norte e Sul, Avenida Hélio Prates, Avenida das Palmeiras e Avenida Elmo Serejo.

Fonte: TRE/DF

Propaganda por meio de objetos não fixos (cavaletes, bonecos, placas, estandartes, cartazes, faixas e bandeiras)

A veiculação de propaganda por meio de objetos não fixos (cavaletes, bonecos, placas, estandartes, cartazes, faixas, bandeiras) ao longo das ciclovias deverá guardar uma distância mínima dos bordos; apta a garantir a circulação segura de ciclistas e fluição regular do trânsito. No caso das vias públicas, fica proibida a veiculação de propaganda no canteiro central entre vias, próxima a cruzamentos,  viadutos, sinais de trânsito, em cruzamentos de vias arteriais com controle semaforizado de preferência, especialmente nas seguintes localidades:

LAGO SUL:
– Barragem do Paranoá;
- Via de acesso ao Setor de Clubes, Vias de acesso a L/2 Sul/Ponte Costa e Silva, Pontão Sul e Ponte Costa e Silva;
- Ponte das Garças, cruzamento Semáforo EPDB, acesso à Ponte das Garças em frente ao Centro Comercial Gilberto Salomão;
- Cruzamento Semáforo QI 15/EPDB;
- Ponte JK, toda extensão e vias de acesso.

LAGO NORTE:
- Entradas DF 009 altura da Via de acesso DF 002 (ERN) e cruzamento semáforo acesso ao Varjão e  Centro Administrativo.

VARJÃO:
- Entrada e saída da cidade pela DF 005.

ÁGUAS CLARAS:
- Vias de acesso à Estação do Metrô (Concessionárias, Águas Claras e Arniqueiras);
- Cruzamento semáforo vias Castanheiras e Araucárias;
- Av. Gravatá cruzamento de via, altura do Colégio La Salle.

PLANO PILOTO:
- Vias de acesso aos Hospitais (HBB, HRAN)
- Praça dos Três Poderes;
- Eixo Monumental Via S/1 e N/1 e mediações, Igreja Rainha da Paz, Memorial JK, Câmara Legislativa,
TRE/DF, TJDFT, Praça do Buriti, TCDF, Estação Rodoviária (plataforma superior e inferior), acesso L2 Norte/ L2 Sul;
- Cruzamento Semáforos W/3 Sul e W/3 Norte em especial às Vias N2, S2 e S3;
- Balão Aeroporto DF 025, área de embarque e desembarque;
- Setor Policial Sul, entrada ABIN/CBMDF;

BRAZLÂNDIA:
- Mediações da Estação Rodoviária (raio de 200m);
- Via principal, mediações Igreja Menino Jesus de Praga (raio de 200m).

CANDANGOLÂNDIA:
- Entradas e saídas, Vias Marginais de acesso a BR 450.TREDF – Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal

CEILÂNDIA:
- Estação do Metrô na Ceilândia Centro;
- Via Helio Prates Ceilândia Centro, mediações Quadras QNM 17 e QNM18;
- Via NM 3, acesso ao Hospital Regional da Ceilândia.

CRUZEIRO/OCTOGONAL:
- Entradas e saídas cruzamento acesso BR 450;
- Acesso cruzamento semáforo nas vias de acesso à EPIG/Setor de Indústrias Gráfica.

CIDADE ESTRUTURAL:
- Toda extensão, via de acesso à entrada principal da cidade até rotatória, mediações (raio de 200m) do Posto Policial PMDF/PCDF.

GAMA:
- Av. dos Bombeiros cruzamento semáforo acesso ao fórum e saída dos Bombeiros;
- Setor Central via de acesso a Administração, Delegacia, Terminal Rodoviário;
- DF 065 rotatória de acesso DF 480.

GUARÁ I e II:
- Av. Contorno EPGU cruzamento de semáforos e imediações (raio de 200m) da Feira do Guará;
- Vias de entrada e saída Guará I para EPTG;
- EPGU (DF 051), em toda sua extensão;
- Terminais Rodoviários Guará I e Guará II e vias de acesso;
- Vias de acesso às Unidades dos Bombeiros, Polícia Militar, Delegacia (4ª DP) e Hospital Regional.

NÚCLEO BANDEIRANTE:
- Vias de acesso entrada e saídas da cidade pela DF 075, BR 450;
- Vias de acesso às Unidades dos Bombeiros, Polícia Militar, Delegacia e Unidades Hospitalares.

PARANOÁ:
- Av. Principal do Paranoá, incluindo acesso às Delegacias, Unidades da Polícia Militar e Bombeiros;
- Via de acesso ao Hospital Regional e ao Terminal Rodoviário;
- Entradas e saídas da Região Administrativa a DF 005, Estrada Parque Paranoá.

PARK WAY:
- Vias Marginais BR 450;
- Cruzamento de vias das Quadras 01 e 03.

PLANALTINA:
- Av. Independência e acesso à Estação Rodoviária, Delegacias, Unidades dos Bombeiros, Polícia Militar e Unidades Hospitalares.

RECANTO DAS EMAS:
- Av. Principal;
- Entrada e saída da cidade pela DF 001;
- Vias de acesso às Unidades da Policia Militar, Bombeiros, Polícia Civil, e Unidades Hospitalares.

RIACHO FUNDO I e II:
- Acesso de entrada e saída da Região Administrativa pelas DF 075 e DF 001, vias de acesso às
Unidades dos Bombeiros, Polícia Militar, Delegacias e Unidades Hospitalares;
- Terminal Rodoviário (raio de 200m);

SAMAMBAIA:
- Cruzamento de Ligação entre Taguatinga, Via Elmo Serejo e DF 459, bem como acesso a
Samambaia;
- Vias de acesso às Unidades Hospitalares, Bombeiros, Polícia Militar, Fórum e Delegacias;
- Acesso de entrada e saída da Região Administrativa, acesso à BR 060 e viaduto de acesso a DF 004;
- Terminal Rodoviário (raio de 200m).

SANTA MARIA:
- Acesso de entrada e saída da Região Administrativa para BR 040, incluindo o viaduto;
- Vias de acesso às Unidades dos Bombeiros, Delegacias, Polícia Militar e Unidades Hospitalares;
- Mediações do Presídio Feminino (raio de 200m) e via de ligação Gama/Santa Maria;
- Terminal Rodoviário (raio de 200m).

SÃO SEBASTIÃO:
- Via de acesso ao Terminal Rodoviário;
- Via de acesso às Unidades dos Bombeiros, Polícia Militar, Delegacia, Fórum e Unidades Hospitalares;
- Av. Principal em toda sua extensão;
- Setor São José Rua 48.

SCIA/SIA:
- Via de acesso entrada e saída, incluindo-se cruzamento semáforo para BR 450 e DF 085 (EPTG);
- Via de acesso às Unidades dos Bombeiros, Polícia Militar e Delegacia;
- Via de acesso ao Setor de Cargas;
- Via de acesso às Empresas de Transportes e Estoque de Produtos Perigosos;
- Linha férrea, acessos à DF 095 e à Cidade do Automóvel;

SOBRADINHO I e II/ Região do Colorado:
- Toda extensão da DF 150;
- BR 020 entroncamento DF 001, incluindo-se Setor de Motéis;
- Balão do Torto;
- Vias de acesso entrada e saída da Região Administrativa para a BR 020;
- Vias de acesso ao Terminal Rodoviário e próprio Terminal;
- Vias de acesso às Unidades da Polícia Militar, Bombeiros, Delegacias, Fórum e Unidades Hospitalares.

TAGUATINGA:
- Via Taguatinga Centro, incluindo-se acessos às Avenidas Comercial Sul e Norte, Sandu Sul e Norte;
- Viaduto de ligação Sandu Sul para Sandu Norte;
- Via Elmo Serejo nas mediações da Estação do Metrô e Terminal Rodoviário;
- Terminais Rodoviários da cidade e vias de acesso;
- Via Elmo Serejo, cruzamento semáforo QNL/Samambaia;
- Via de acesso às Unidades da Polícia Militar, Bombeiros, Delegacias, Fórum e Unidades Hospitalares;
- Via Hélio Prates cruzamento semáforo Taguacenter e Comercial Norte;
- Cruzamento semáforo Helio Prates, Pistão Norte, DF 001, altura Buritinga;
- Av. Comercial Sul cruzamento semáforo com Pistão Sul DF001, altura do Taguatinga Shopping;
- Cruzamento semáforo Avenida Sandu Sul e Sandu Norte;
- Acesso de saída da Região Administrativa para BR 070;
- Viaduto EPTG/Taguatinga Centro;
- Extensão do Pistão Norte e Pistão Sul DF 001, nas áreas próximas aos semáforos e acessos;
- Vias marginais acesso à DF 095 (Estrutural);
- Vias marginais EPTG;

- Acostamento DF 087 Ligação DF 095/085.

FONTE: TRE/DF

Celina Leão: a bela desafiante de Agnelo Queiroz

A deputada, que já foi eleita musa, lidera a diminuta oposição ao petista, que recebeu dinheiro de lobista e é citado em escândalo no Ministério do Esporte

"Tenho feito uma oposição de coragem. Brigo com uma máquina com poder de fogo altíssimo. Estou aqui com meu estilingue. A gente tem medo de tudo."


A voz mais incisiva contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), vem de uma doce figura: a deputada distrital em primeiro mandato Celina Leão (PSD, ex-PMN e ex-PSDB), de 34 anos. Goiana de nascimento, evangélica por conversão e administradora de empresas por formação, ela foi eleita pela revista PLAYBOY uma das deputadas mais bonitas do Brasil. Mas diz que o estereótipo mais atrapalha do que ajuda. 
E não foi preciso muito tempo de mandato para que ela mostrasse serviço: em uma Câmara Legislativa dividida entre aliados subservientes ao governo e adversários ficha-suja que temem se expor para cobrar providências sobre os sucessivos escândalos envolvendo o governador, a novata se transformou na líder de uma oposição fragmentada, frequentemente reduzida a três integrantes.
A desafiante do governador quer arrumar tempo para se dedicar mais ao marido (é casada há oito anos) e aos dois filhos. A herdeira mais velha, de 14 anos, quase pode se passar por uma amiga da mãe. Celina agora tenta convencer a filha a não participar da festa de formatura do Ensino Fundamental - os 2 mil reais cobrados pelos organizadores do evento são demais para a deputada.É dela que vêm as maiores cobranças sobre o envolvimento de Agnelo com a máfia das ONGs no Ministério do Esporte e sobre a suspeita relação do ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com lobistas da indústria farmacêutica.
Embora tenha um passado ligado à família Roriz, Celina conseguiu escapar relativamente ilesa de sua relação com o clã. E agora mira seu "estilingue" contra a máquina petista que sustenta o governo local, imerso em denúncias de corrupção.
Por que Agnelo Queiroz não merece ficar no governo? É como se, por onde ele passou, ele tivesse deixado um rastro de corrupção. Uma coisa que eu agradeço a Deus: a mídia nacional está noticiando o que está acontecendo aqui. Muitas vezes nesse plenário da Câmara eu penso: "Meu Deus, eu sou louca. É um suicídio político". Quando a imprensa nacional começa noticiar, isso é importante. Quando tem pressão, a população começa a escutar e começa a se posicionar também. No curto prazo nós vamos ter uma limpeza política. Além desses escândalos, o governo não anda. Agnelo foi eleito com uma disposição de mudança, mas com os mesmos personagens do passado que estão aí em cargos-chave. A gente de Roriz e de Arruda está toda aí no governo, sem ideologia nenhuma e com as mesmas práticas - algumas piores ainda. Contratos que levaram à Operação Caixa de Pandora estão sendo renovados sem licitação.
Só existem mesmo três deputados de oposição em Brasília? É. Não consigo enxergar mais do que três. Todos do PSD. E não é fácil. A minha equipe morre de medo. Diz: "Eles vão falar de você no jornal".  Eu paguei o preço para estar na oposição. Tenho feito uma oposição de coragem. Você está brigando com uma máquina que tem um poder de fogo altíssimo e você está com seu estilingue. Quem quer ir para a oposição que tem coragem de brigar com o governador? Sendo seguido por gente, como a gente é, com os telefones todos grampeados, como os nossos telefones são. A gente tem medo de tudo.
Em determinados momentos, se você não tiver muita coragem e fé em Deus você diz: "O que eu estou fazendo aqui?"  É um estado policialesco. Eu fiz oposição a esse governo desde o começo e nunca fiz isso porque eu queria alguma coisa de Agnelo. Pelo contrário: eu sempre fui procurada por eles para que eu fosse base do governo, mas eu nunca acreditei porque eu conheço essas denúncias desde a época da campanha. Eu tenho um gênio muito forte. Tem gente que fala assim para mim: "Você está brigando muito com o Agnelo, você acha que isso vai ser bom pra você?" Poxa, pode ser o meu último mandato, mas eu estou fazendo o que eu acho que é certo. Os próprios parlamentares têm medo de dossiê que está sendo montado. 
Pedro Goularte/Divulgação
A deputada distrital Celina Leão
Celina Leão: "Campanha do lado do PT eu não faço"
O PT sempre soube fazer uma oposição dura. Os outros partidos não aprenderam a jogar o mesmo jogo? Eu acho que nós temos de viver um novo momento. O PT sabe fazer oposição, é unido. Se fosse outro governador com os bens bloqueados, como Agnelo ficou, não estaria o caminhão da CUT com os professores acampados aqui na porta? A população precisa acordar: a esquerda não pode ser inimputável. Tem gente que está em partidos de direita e de centro e que tem pensamentos progressistas. Infelizmente os movimentos sindicais ainda estão  na mão da esquerda. É como se você tivesse, para fazer oposição, só a sua voz. A oposição, no governo Dilma, cresceu em termos de voz. Conseguiu fazer mudanças e contribuir para que mudanças fossem feitas no governo Dilma. Até porque ficou quem queria ficar. Os mornos saíram para o PSD ou para outro partido. O que você percebe é que nenhum parlamentar quer ficar de fora da base. Mas como você vai construir uma democracia sem oposição? 
Mas a senhora, justamente por estar no PSD, pode acabar se aliando ao PT em um futuro próximo. Vamos ver onde a gente vai se posicionar. Pela presidência do nosso partido aqui em Brasília, acho difícil uma composição com o PT em 2014. Eu não iria para a rua ao lado do PT. Aqui no Distrito Federal, não. Se for essa posição do partido, eu posso até sair do partido e perder o mandato. Fazer campanha do lado do PT eu não faço. 
A senhora é brava? Eu sou 100% emoção. Às vezes meus assessores dizem: "Não fala isso no plenário, você vai arranjar uma briga". E eu não dou conta. Outro dia eu fui convidada para o baile dos médicos. O vice-presidente do Conselho Regional de Medicina me disse: "O secretário de Saúde está aqui. Você quer cumprimentá-lo? Mas não brigue com ele, por favor, porque hoje é uma festa". Eu virei um monstro!
Há suspeitas sobre a passagem da senhora pelo gabinete de Jaqueline Roriz. Fui chefe de gabinete dela por dois anos. E tenho muito orgulho porque fui muito eficiente, modéstia à parte. Não sei fazer nada mais ou menos. Eu gosto de trabalhar, sei trabalhar, gosto de gente. Teve uma empresa que prestou um serviço para a Administração Regional de Samambaia, por meio de carta-convite. E essa empresa é de um cunhado meu. E prestou serviço igual a várias outras empresas. Quando a empresa fez a obra eu nem estava mais no gabinete dela.  Eles querem criar um fato como se fosse uma ilegalidade. O Ministério Público investigou tudo isso e não achou nada. E o Tribunal de Contas liberou o pagamento.
Mas a senhora não facilitou? Não houve nenhuma interferência, porque ele fazia obra em outros lugares, também. Essa tentativa de me desacreditar foi algo que eles quiseram plantar. O que é imoral e ilegal é o secretário de Saúde ter uma esposa que é dona de clínicas de hemodiálise e presta serviços para o governo.  As pessoas tentam nos desabonar. Eu era chefe da filha do ex-governador que havia saído do governo com 80% de aprovação e sido eleito senador. Eu tenho muito orgulho do meu passado. Não sou covarde. Jaqueline é minha amiga. Se ela fez algo errado vai ter de pagar. Já está pagando, política e juridicamente. 
Como a senhora foi virar secretária do governo Joaquim Roriz? Eu fui secretária do governador Roriz em 2006. Eu era presidente de uma ONG. Estávamos lutando para que criassem a Secretaria Nacional da Juventude.  E pedimos que o governador criasse uma secretaria aqui também. Quando ele criou, fui convidada para ser a secretária. Eu assumi num final de governo, durante um ano eleitoral. Eu não tinha orçamento, nem equipe para trabalhar.
O eleitor do Distrito Federal está descrente com a política. Não teme que ele acabe marcando a senhora por ter sido ligada a Joaquim Roriz? Meu mandato como deputada começou em primeiro de janeiro e vou ser avaliada pela minha vida como parlamentar. Da minha gestão não há o que falar. Eu tenho deixado a minha independência política muito clara, sem falar mal dessas que passaram pela minha vida, porque isso é feio, desonesto e desleal. Eu não posso ser culpada nem pelos erros nem pelos acertos do Roriz, não sou filha do Roriz, não carrego os legados ele. Ele fez algumas ações importantes e tem coisas negativas como qualquer outro político. 
A senhora vê o governador Agnelo de forma diferente da presidente Dilma? Acredito que sim. Dilma tem tido coragem de tirar todas as pessoas que são acusadas de corrupção no governo dela.
Quando fica inevitável. Mas muitas vezes Lula não fez. Houve escândalos horríveis e ele fingiu que nada aconteceu. Dilma teve coragem de mexer em lugares que tinham muitos interesses econômicos. Não votei nela. No primeiro turno escolhi a Marina, que eu admiro muito, e no segundo turno votei em José Serra.  Hoje seria até capaz de votar em Dilma, se ela continuar com essa postura de tirar o que é errado do governo. Mas tenho profunda admiração pelo PSDB, que é meu partido de origem. Acho que o PSDB contribuiu muito com a história e não é tão ligado à corrupção quanto o PT.
A beleza ajuda ou atrapalha? A PLAYBOY me elegeu uma das deputadas mais bonitas do Brasil. Por um mês, as pessoas ficaram me chamando de musa. E era algo que me incomodava muito, porque beleza passa. E às vezes depende da referência. Muita gente olha e diz: "Mas essa aqui é a musa?". Eu queria ser lembrada pelo meu trabalho. Mas não demorou mais de vinte dias eu perdi o nome de musa e já virei leão.
Fonte: veja.abril.com.br