terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Criminosos ateiam fogo em Posto Comunitário da Polícia Militar em Planaltina

Viatura fazia patrulhamento enquanto bandidos incendiavam posto

O PCS (Posto Comunitário de Segurança) número 085 da Polícia Militar do DF amanheceu nesta terça-feira (25) em cinzas. Criminosos atearam fogo no posto que fica às margens da BR-020, próximo a entrada do bairro Mestre D’armas, em Planaltina.   
Segundo o Batalhão de Polícia Militar da região, uma pessoa passava pelo local e viu o posto em chamas. Ela chamou a polícia e o Corpo de Bombeiros. O crime ocorreu por volta das 4h da madrugada.   
No momento da ação criminosa, não tinha ninguém dentro do posto. A viatura que fica no local estava fazendo patrulhamento. O caso foi registrado na 16ª Delegacia de Polícia. O local está preservado para perícia.
Fonte: R7

Corre que a justiça vem aí 'José Walter Vasquez'

O secretário de transportes do DF, José Walter Vasquez, comunicou ao governador Agnelo e ao vice Filippelli o seu desejo de deixar a pasta imediatamente. 

Parece que a licitação do transporte público do DF terá novos desdobramentos judiciais em breve, e o moço não quer esperar por eles no cargo. 

Fonte: Guardian Notícias.

Joaquim Barbosa é candidato a presidente da República

No prazo limite de sua desincompatibilização do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa anuncia a aposentadoria da toga e a filiação a um pequeno partido político. Não terá mais do que 30 segundos. Sua decisão incendiará as eleições.
Aécio dirá que se trata de uma postulação legítima, que o ex-presidente do Supremo é um homem de bem, como Eduardo Azeredo.
Eduardo Campos dirá que é mais um candidato da nova política e que precisa ser respeitado.
Dilma dirá que não comenta pesquisa eleitoral e nem a candidatura dos seus adversários.
A Globo abrirá 10 minutos no Jornal Nacional para repercutir a decisão e fará um Globo Repórter para contar a história do menino que nasceu na pequena Paracatu, Minas Gerais, e venceu na vida. Amigos de infância, professoras, o primeiro médico, os tios e a o dono da padaria da rua onde ele morava darão depoimentos emocionados.
Todos contarão belas história do Joaquinzinho.
A Veja sairá com uma edição especial. Uma foto do ex-ministro tirando a toga com uma frase simples. Rumo a presidência.
Os jornais que se acham grandes farão cadernos especiais.
E todos os colunistas cravarão: o segundo turno agora é certo. E no segundo, serão todos contra Dilma e o PT.
Lula dirá que é melhor assim, que a decisão de Joaquim Barbosa esclarece muita coisa do julgamento do mensalão.
Os petistas que estavam mais sossegados, se sentirão desafiados a mais uma disputa histórica.
O New York Times fará uma matéria comparando Barbosa a Obama.
E o marqueteiro de Barbosa, mister W dirá que ele fará a campanha só pela internet. Que não irá a debates e que a TV será um mero detalhe. O slogan: O Brasil quer justiça.
E redes espontâneas e não tão espontâneas serão construídas para fazer a divulgação dos 10 pontos do Brasil com Justiça, a carta de Joaquim Barbosa ao País.
Haverá uma devassa na vida do ex-ministro realizada na internet. Aécio e Eduardo Campos se assustarão com o crescimento dos índices de Barbosa e iniciarão uma ação de desconstrução da candidatura dele por meios heterodoxos.
O novo candidato perceberá que os ataques subterrâneos que recebe não são do PT. Que partem de outros cantos. De adversários que só lhe desejam como alavanca para o segundo turno.
Mister W, seu marqueteiro, dirá que se quiser ir para o segundo turno, Barbosa terá que enfrentar Aécio e Eduardo. Terá que tratá-los como mais do mesmo. Como farinha do mesmo saco.
A eleição entra na reta final. Dilma na frente, com aproximadamente 50% dos votos válidos nas últimas pesquisas. E os outros três candidatos embolados entre 20% e 14%. Mas Joaquim é o quarto colocado.
De forma surpreendente, uma semana antes do pleito, Barbosa desiste da candidatura. Diz que a eleição no Brasil se tornou um vexame. Que não pode referendar um processo absolutamente viciado. E corrupto. E chama o povo a votar nulo.
Dilma é reeleita, mas o índice de votos nulos e a abstenção é um pouco maior do que nas últimas eleições presidenciais. No dia seguinte a apuração, vários colunistas começam a abordar a “pouca legitimidade do pleito e do governo”. E passam a defender teses de que talvez fosse o caso de encurtar o mandato presidencial e fazer uma grande reforma política no país, aprovando, por exemplo, o voto distrital e acabando com a reeleição. E até o parlamentarismo volta a ser tratado como uma alternativa a um momento que todos chamarão de “crise democrática”. Sim, esse será a tag do assunto. Nos jornais, será o chapéu das matérias.
Ouvi essa história de uma cartomante. Ela jura que leu isso nas cartas. E me disse, não pense em 2014, porque 2015 é que pode ser pior. Eu não sei se devo acreditar.
Fonte: Revista Forum

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

PSDB do DF e sua rede de intrigas

Uma reunião a portas fechadas pode dar início a mais uma suposta crise no ninho do PSDB-DF.

A um seleto grupo de empresários do ramo de construção, o presidente regional da sigla, o ex-ministro Eduardo Jorge, declarou que o candidato do partido será mesmo o deputado federal Luiz Pitiman. ...

Os empresários foram levados ao encontro de Eduardo Jorge. O local da reunião? QL 08 do Lago Sul.

Arquiinimigos do federal revelaram ao blog que os empresários foram levados pelo próprio Pitiman, que objetivava comprovar ter o apoio do PIB da cidade. 

Pelo menos cinco empresas, estavam representadas. Tucanos contrários a indicação do parlamentar desdenham da importância do empresariado presente a reunião. "Todas são consideradas empresas de pequeno porte. Dois representantes de empreiteiras maiores chegaram a confirmar presença, mas faltaram ao encontro." Vazou um descontente tucano.

No PSDB-DF é pena para tudo que é lado, o partido sofre uma crise de linhagem desde que outros dois nomes decidiram disputar com Pitiman a indicação para encabeçar uma possível chapa ao Buriti: o também deputado federal Izalci Lucas e o ex-presidente do partido, o Arrudista convicto Márcio Machado. A briga é de foice, grupos contrários revelam que a direção nacional afirmou que não há nenhuma definição de candidatura no DF.

Na reunião com o presidente regional tucano, no entanto, os empresários ouviram que não haveria prévias internas e que a indicação de Pitiman já seria um fato consolidado, apoiado inclusive pelo presidente nacional dos tucanos, Aécio Neves.

No fim da reunião, uma bomba: ouviram de um dos participantes que o ex-governador José Roberto Arruda (PR), ao contrário do que tem sido noticiado, não será candidato ao Buriti.
Fonte: EDSON SOMBRA - Redação - 24/02/2014 - - 17:55:43

Passageiros incendeiam ônibus após veículo quebrar em rodovia de Goiás

Segundo usuários, ato foi um protesto contra as más condições do serviço. Advogado da empresa de transporte coletivo diz que o ato foi vandalismo.


Passageiros incendiaram um ônibus do transporte coletivo da Viação Anapolina (Vian) na manhã desta segunda-feira (24), na BR-040, em Valparaíso de Goiás, Entorno do Distrito Federal. A intenção, segundo eles, era protestar contra as más condições do serviço prestado.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os passageiros que estavam no veículo se revoltaram após o ônibus apresentar problemas mecânicos e interromper a viagem. Indignados, os usuários desembarcaram no meio da rodovia e alguns deles atearam fogo ao veículo.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas. Ninguém ficou ferido. A polícia não possui informações de quantos passageiros havia no ônibus no momento em que ele quebrou.  Mesmo com o incêndio, o tráfego na rodovia não foi interditado.
O advogado e assessor jurídico da Vian,  Antenor Mito Filho, lamentou o ocorrido. “Isso não é coisa de passageiro, é coisa promovida por vândalos que já vão com a intensão de incendiar ônibus”, afirmou o advogado.
Sobre o problema apresentado no veículo, o advogado disse que existem planos para a melhoria, mas que a tarifa paga pelos usuários está defasada, o que não permite maiores investimentos por parte da empresa.
Assista o vídeo Aqui

Fonte: GOTV






ROBERTO CARLOS É O NOVO GAROTO-PROPAGANDA DA FRIBOI

Roberto Carlos passou 30 anos sem comer carne. Logo após ele anunciar que retomaria o hábito, a Friboi não perdeu tempo. Convidou o cantor para estrelar sua campanha publicitária, que já conta com o ator Tony Ramos. A estratégia, segundo a empresa, é manter o slogan “Friboi. Carne confiável tem nome”. No novo vídeo da campanha (confira abaixo), Roberto Carlos diz ao garçom que o seu prato tem carne e emenda com o famoso refrão "eu volteeeeeei".
“O artista é o maior ícone da música brasileira. Fala diretamente ao coração das donas de casa. Essas mulheres cozinham ouvindo suas músicas. Ele é um sinônimo de confiança e, por isso, tem tudo a ver com a marca Friboi. Ao saber da notícia, começamos uma conversa, que veio a se concretizar agora. No nosso ponto de vista é um casamento perfeito”, afirmou em nota Wesley Batista, presidente da JBS no Brasil.
O executivo ainda explica que a aposta na imagem do cantor contempla uma ampla estratégia de marketing, que vai além de sua participação nas campanhas publicitárias da marca. “Optamos por novas frentes de comunicação, que marcam a nossa presença em outros pontos de contato com o consumidor. Faremos ativação em shows e em eventos prioritários dele, como por exemplo, o Navio Emoções. Além disso, também teremos a chancela da marca Friboi nos shows fora do Brasil”, completa Wesley.

Assista o Vídeo Aqui

PSB articula para ter Barbosa candidato ao Senado

Pela legislação, o ministro pode se filiar ao partido até 5 de abril, seis meses antes da eleição

O PSB do governador Eduardo Campos planeja uma nova ação política de impacto, semelhante à da entrada no partido da ex-ministra Marina Silva e sua Rede Sustentabilidade: a filiação do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.
Relator do processo do mensalão e responsável por levar à prisão parte da antiga cúpula do PT, Barbosa será convidado a disputar, pelo partido, a vaga de senador pelo Rio de Janeiro. Pela legislação eleitoral, ele pode se filiar ao partido até 5 de abril, seis meses antes da eleição.
De acordo com integrantes do PSB, Eduardo Campos "tem loucura" para saber quais os planos políticos do ministro Barbosa. Sem contato com o presidente do STF, e tomando todos os cuidados para não fazer uma sondagem que pareça assédio político, Campos escalou a ex-corregedora da Justiça Eliana Calmon, também ex-ministra do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para fazer a aproximação.
No STF e no STJ é dada como certa a saída do presidente do STF. Mas ele quer, primeiro, concluir o processo do mensalão, pois ainda há recursos a serem julgados. O próprio Barbosa tem confidenciado que acha improvável que a ação termine até o prazo para a desincompatibilização.
O ministro, no entanto, tem dado esperanças ao PSB. Convidado a entrar no partido no dia 19 de novembro pelo presidente da legenda no Rio, deputado Romário Farias, ele não descartou a oferta. No último sábado, por intermédio da assessoria do STF, divulgou nota segundo a qual não será candidato a presidente da República.
Mas não rejeitou outros cargos. Ele afirmou ainda que dificilmente ficará no Supremo até seus 70 anos, idade da aposentadoria compulsória. Ele tem 59 anos. Sabe-se que seus planos de sair têm relação com a posse do novo presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, que tomará posse em novembro. A relação entre os dois são ruins.Diante desse quadro, Eduardo Campos vem insistindo para que Eliana Calmon converse com Barbosa. Ela será candidata do PSB ao Senado pela Bahia.
Player
Eliana Calmon confirmou que foi escalada por Campos para sondar Barbosa, mas ainda não conseguiu conversar com o presidente do Supremo. Na primeira investida, um assessor próximo do ministro descartou a possibilidade de ele sair candidato, mas a ex-corregedora deve procurar Barbosa para um contato direto após o carnaval.
A amigos, o ministro teria dito que, depois do julgamento do mensalão, considera-se um "player" no processo eleitoral deste ano.
Em dezembro do ano passado o Estado ouviu os dirigentes dos 32 partidos filiados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a possibilidade de oferecerem legenda para Joaquim Barbosa. A metade lhe negou espaço, com as justificativas mais diversas possíveis.
O tucano Aécio Neves, que é candidato à Presidência da República, disse que Barbosa cumpre um importante papel no STF. "O ministro cumpre um papel como presidente do STF que honra os brasileiros. Nosso respeito pelo ministro é tão grande que nem sequer aventamos essa hipótese", afirmou na época o senador e presidente do PSDB.
Outros partidos, como o PPS, que faz parte da aliança de Eduardo Campos, disseram que não dariam a legenda a Barbosa. Da mesma forma agiram o PP, o PMDB e o PTB e PCO. O PEN admitiu ceder legenda ao ministro.
Fonte: R7

Mais de 56 mil jovens eleitores votarão em 2014. Títulos transferidos superam 100 mil

De olho no primeiro voto, nada menos que 90 mil 249 pessoas passaram a compor o cadastro da Justiça Eleitoral desde o dia 25 de fevereiro do ano passado, quando o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal deu início ao seu recadastramento eleitoral com coleta de dados biométricos. Mas um dado significativo desponta nesse universo: mais da metade dos novos eleitores tem entre 16 e 18 anos – 56 mil 169.
A emissão de títulos para eleitores nessa faixa etária, até o dia de hoje, ficou distribuída da seguinte maneira:
16 anos: 8.357
17 anos: 19.369
18 anos: 28.433

O local que mais recebeu pessoas interessados em votar pela primeira vez foi na Central de Atendimento da Justiça Eleitoral em Ceilândia. Ao todo, 6 mil 860 novos eleitores passaram por aquela unidade de atendimento até hoje (19/2). A Sexta Zona Eleitoral, em Planaltina, ocupa a segunda colocação: 6 mil 136 eleitores. Com 5 mil 620 novos alistamentos, o terceiro lugar pertence à 13ª Zona Eleitoral, em Samambaia.  
Além dos mais de 90 mil novos eleitores e dos eleitores já cadastrados no DF, mais 100 mil títulos também passaram a compor o cadastro eleitoral. Desde fevereiro do ano passado, 102 mil 102 eleitores realizaram a transferência de seus títulos para a capital, até esta quarta-feira. 
Trata-se da maior quantidade de transferências recebidas pela Justiça Eleitoral do DF dentro do período de um ano. Até então, a maior marca pertencia ao espaço compreendido entre 25 de fevereiro de 2002 a 25 de fevereiro de 2003, ocasião em que 93 mil 588 eleitores migraram seus títulos para a capital. 
Em relação aos estados com maior índice de transferências, Goiás é líder absoluto. De lá, saíram 25 mil 675 eleitores para escolher seus representantes no DF. Em seguida, Minas Gerais, com 11 mil 313, e Maranhão, com 10 mil 311. O estado que menos migrou para o DF foi o Acre com apenas 192 eleitores. 
Todo esse contingente compõe o novo perfil delineado pelo recadastramento eleitoral com coleta de dados biométricos, que será encerrado no próximo dia 31 de março. Até o momento, foram recadastrados 1 mi 426 mil 496 eleitores, o que representa 78,67% do universo total a ser recadastrado – 1 mi 813 mil 327.  
Ao somar todos os números, chega-se a um total de atendimentos realizados pela Justiça Eleitoral do Distrito Federal de 1 mi 619 mil e 9.  
O recadastramento é gratuito e obrigatório. Quem deixar de fazê-lo estará sujeito a sanções e não poderá votar nas Eleições Gerais de 2014.
FONTE: TRE/DF

Justiça rejeita 3º recurso e mantém condenação do ex-senador Luiz Estevão

Condenado por envolvimento no superfaturamento de cerca de R$ 170 mi nas obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, ex-parlamentar ainda tem 5 processos na Justiça
por Mateus Coutinho
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, por unanimidade, o terceiro recurso do ex-senador Luiz Estevão de Oliveira Neto contra sua condenação de 30 anos e oito meses de prisão mais multa de R$ 3 milhões pelo superfaturamento de cerca de R$ 170 mi das obras da sede do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP).
A decisão foi tomada na quarta-feira, 19, pela Corte e divulgada nesta quinta pelo Ministério Público Federal. Na decisão, o relator do recurso, ministro Sidnei Beneti, chegou a afirmar que Estevão queria o rejulgamento da causa.
Primeiro senador cassado na história, em 2000, Estevão já respondeu a 41 processos judiciais. Destes, 36 foram arquivados e 5 estão em andamento.
Superfaturamento. De acordo com o MPF, foram desembolsados pelos cofres públicos R$ 235.871.090,30 na época da construção do Tribunal.Perícia realizada no período, contudo, apontou que as obras do TRT custaram R$ 66.714.652,29, mais o valor utilizado para a compra do terreno onde foi erguido o prédio. Em 2001, segundo o MPF, o TCU apontou que cerca de R$ 169,4 milhões em recursos públicos foram desviados.
O STJ manteve a condenação pelos crimes de peculato, estelionato qualificado, corrupção ativa, uso de documento falso e quadrilha ou bando. A Corte Especial também rejeitou, na quarta, os recursos dos empresários Fábio Monteiro de Barros Filho e José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz, envolvidos nas fraudes da construção do fórum trabalhista.
Fonte: Estadão

Doação de empresas garante 2/3 de receitas de partidos

DANIEL BRAMATTI - Agência Estado
A eventual proibição do financiamento empresarial ao mundo político, cuja votação deve ser concluída ainda neste ano pelo Supremo Tribunal Federal, afetará não apenas as campanhas eleitorais, mas a própria manutenção das máquinas partidárias. PT, PMDB e PSDB, as três maiores legendas do País, receberam pelo menos R$ 1 bilhão de empresas entre os anos de 2009 e 2012, o que equivale a quase 2/3 de suas receitas, em média.
Quatro dos 11 ministros do STF já votaram pela proibição de doações de empresas a candidatos e partidos, no ano passado - o julgamento foi suspenso por um pedido de vista. Com mais dois votos na mesma linha, o Judiciário, na prática, forçará a realização de uma reforma política que provavelmente multiplicará a destinação de recursos públicos às legendas, para compensar a perda de seus principais financiadores.
O principal afetado pela eventual proibição será seu maior defensor: o PT é quem mais recebe recursos privados e deveu a essa fonte 71% de suas receitas nos quatro anos analisados pelo Estadão Dados. As doações de pessoas físicas equivalem a apenas 1% do total. O restante vem do Fundo Partidário, formado por recursos públicos, e de contribuições de filiados - principalmente de detentores de mandatos e cargos de confiança.
O levantamento sobre as doações empresariais leva em conta apenas o que entrou nas contas do diretórios nacionais dos partidos. Como a maioria das movimentações dos diretórios estaduais não está publicada na internet, não foi possível mapeá-las. Também não foram levadas em conta as contribuições eleitorais feitas diretamente para candidatos ou comitês, sem passar pelos partidos. Ou seja, na prática, o peso do financiamento empresarial na política é ainda maior.
Nas listas de doadores há prevalência de construtoras e bancos, mas não foi possível contabilizar as movimentações de cada setor ou empresa. Isso porque os partidos e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não publicam suas prestações de conta em planilhas eletrônicas, mas no formato PDF - o equivalente a uma fotocópia digitalizada, cujos dados não podem ser trabalhados.
O volume de dinheiro de empresas em circulação na política alcança picos quando há eleições. Considerados também os recursos que vão para candidatos e comitês, as doações empresariais chegaram a R$ 2,3 bilhões em 2010 e R$ 1,8 bilhão em 2012, segundo estudo da Transparência Brasil, entidade cuja principal bandeira é o combate à corrupção.
Mas não é apenas nos anos eleitorais que os tesoureiros das legendas "passam o chapéu" diante de empresários. Em 2009 e 2011, o PSDB recebeu R$ 3,1 e R$ 2,3 milhões, respectivamente, em valores atualizados pela inflação. Com o governista PT, a generosidade foi ainda maior: R$ 10,8 e R$ 50 milhões, nos mesmos anos. A prestação de contas de 2013 ainda não foi entregue ao tribunal.
Receita
Depois das empresas, o Fundo Partidário é hoje a segunda maior fonte de receita das legendas. Sua importância cresceu nos últimos anos, já que o Fundo foi "turbinado" pelo Congresso em 2011, com uma injeção extra de R$ 100 milhões que ajudou a pagar as dívidas de campanha do ano anterior.
O Fundo foi regulamentado em 1995 e previa que seu valor fosse de R$ 0,35 por eleitor. Atualizado pela inflação, isso equivaleria hoje a um total de R$ 165 milhões. Mas, graças a manobras de líderes partidários no Congresso, a destinação de recursos orçamentários para o financiamento dos partidos alcança, desde 2011, cerca de R$ 300 milhões por ano. Apesar de o volume de recursos públicos ser alto, representa, em média, apenas 30% do que entra nos cofres do PT, do PMDB e do PSDB.

BNDES deu R$ 350 mil para evento do MST

Caixa também liberou R$ 200 mil para Mostra de Cultura Camponesa; congresso nacional da entidade teve passeata que terminou em tumulto


Eduardo Bresciani - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fecharam contratos sem licitação de R$ 200 mil e R$ 350 mil, respectivamente, com entidade ligada ao Movimento dos Sem Terra para evento realizado no 6.º Congresso Nacional do MST. O evento, há duas semanas, terminou em conflito com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes que deixou 32 feridos, sendo 30 policiais. Houve, ainda, uma tentativa de invasão do Supremo Tribunal Federal.
A Associação Brasil Popular (Abrapo) recebeu os recursos para a Mostra Nacional de Cultura Camponesa, atividade que serviu de centro de gravidade para os integrantes do congresso do MST. As entidades têm relação próxima, tanto que a conta corrente da Abrapo no Banco do Brasil aparece no site do MST como destino de depósito para quem deseja assinar publicações do movimento social, como o jornal Sem Terra.
O contrato de patrocínio da Caixa, no valor de R$ 200 mil, está publicado no Diário Oficial da União de 3 de fevereiro de 2014. Foi firmado pela Gerência de Marketing de Brasília por meio de contratação direta, sem licitação. A oficialização do acordo do BNDES com a mesma entidade foi publicada três dias depois. O montante é de até R$ 350 mil. A contratação também ocorreu sem exigência de licitação e foi assinada pela chefia de gabinete da presidência do banco de fomento.
A Mostra Nacional de Cultura Camponesa, objeto dos patrocínios, ocorreu na área externa do ginásio Nilson Nelson, em Brasília. O congresso teve suas plenárias na área interna. Os dois eventos tiveram divulgação conjunta e o objetivo da mostra era mostrar os diferentes produtos cultivados pelos trabalhadores rurais em assentamentos dentro de um discurso do MST da valorização da reforma agrária.
Marcha. O congresso foi realizado de 10 a 14 de fevereiro e reuniu 15 mil pessoas. No dia 12, uma marcha organizada pelo movimento saiu do ginásio e percorreu cerca de cinco quilômetros até a Esplanada dos Ministérios. O objetivo declarado era a entrega de uma carta ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com compromissos não cumpridos pela presidente Dilma Rousseff na área da reforma agrária.
No decorrer da passeata, o grupo de sem-terra integrou-se a petistas acampados em frente ao STF desde as prisões do mensalão, ameaçando invadir a Corte. Na presidência dos trabalhos, o ministro Ricardo Lewandowski suspendeu a sessão que ocorria no momento.
Um cordão de isolamento feito por policiais e seguranças da Corte impediu os manifestantes de avançar em direção ao Supremo. Eles então se dirigiram ao outro lado da Praça dos Três Poderes, rumo ao Palácio do Planalto. Quando os sem-terra romperam as grades colocadas na Praça o conflito começou.
Manifestantes atiravam cruzes que faziam parte da marcha, pedras e rojões contra a polícia, que usou bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha contra os militantes. Ao todo, 30 policiais e dois manifestantes ficaram feridos.
No dia seguinte ao conflito, a presidente Dilma Rousseff recebeu líderes do movimento para debater a pauta de reivindicações, atitude que sofreu críticas de parlamentares da oposição e ligados ao agronegócio. 
Fonte: Estadão

Entorno: Crianças órfãs sofrem por falta de doações

Há poucos quilômetros da Capital, crianças e adolescentes vivem à margem da sociedade, abandonados por seus progenitores ou deixados em creches durante todo o dia para que os pais possam trabalhar. Os orfanatos e creches é a única opção para quem foi desamparado ou não tem condições de pagar uma creche particular para seus filhos.
O Orfanato Cristo Vivo, fundado em 1985, localizado na cidade de Valparaíso, é um dos exemplos de instituições que sobrevivem apenas por meio de doações, muitas vezes incertas. O local abriga cerca de 110 crianças e adolescentes, na faixa etária entre 5 a 15 anos. Lá se desenvolvem atividades nos períodos matutino e vespertino, como: artesanato, informática, cabeleireiro, costura. No entanto, nada é voltado para a área educacional. “Não temos nenhum vínculo governamental. Não recebemos nenhuma verba do governo. Às vezes temos um pouco de suprimento. Em outras ocasiões, ficamos sem receber nada. Dependemos apenas de doações voluntárias”, afirmou Alex Lucas, secretário administrativo do orfanato.
Situação mais precária é a da Comunidade Católica Azinheiras da Justiça, que é administrada pela irmã Bernarda Bastos, uma leiga consagrada, que dedica sua vida aos menores abandonados e às mães que foram desamparadas por seus maridos. “Começamos nosso trabalho em 2002 com as crianças, mas logo após passamos a acolher mulheres que estavam grávidas e não tinham para onde ir. Com o ingresso das mulheres em nossa comunidade, criamos a Casa Maria Madalena, uma filial que cuida dessas mulheres”, afirmou irmã Bernarda. Ainda de acordo com a irmã, já houve vários períodos em que faltaram mantimentos na comunidade. “Já tiveram dias que chegou a faltar até arroz e feijão. Minha esperança é que estamos firmando um convênio de parceria com a Prefeitura de Valparaíso, o que vai ajudar bastante”, finalizou a religiosa.
Diante desse cenário de abandono e carência, nasceu o Grupo Solidário, fundado e coordenado por Diego Assis, um jovem de 26 anos, que teve a ousadia de formar um grupo de voluntários para ajudar as crianças carentes do Entorno. O grupo já conta com 465 membros em uma comunidade do Facebook, além de já ter sido entrevistado pela TV Anhanguera, filial da Rede Globo em Luziânia. “Nossa missão é ajudar os orfanatos, creches e bairros carentes. Não temos nenhuma ajuda política ou algo do tipo. Contribuímos principalmente em datas especiais, como na Páscoa e no Dia das Crianças, com alimentos e brinquedos”, declarou Diego.  O coordenador do Grupo Solidário revela sua gratidão em ajudar as crianças. “É maravilhoso vermos o sorriso estampado no rosto das crianças quando são presenteadas”, concluiu.
Contato para doações:

INSTITUIÇÃO
TELEFONE
Comunidade Católica Azinheiras da Justiça
(61) 3629-6207 ou (61) 9158-6611
Orfanato Cristo Vivo
(61) 3629-2806
Casas Lares Rebecca Jenkins
(61) 3625-2312
Casa de Moisés
(61) 3618-5322
Lar das Crianças André Luiz
(61) 3621-1349
Orfanato Coração de Maria
(61) 3620-0097

Fonte: Guardian Notícias - Por Fred Lima

As cores da política do DF vem perdendo a tonalidade

ARTIGO

Brasília já foi uma Capital de muita movimentação política. Nas ruas, em período eleitoral, os militantes partidários tomavam conta da cidade promovendo passeatas nos semáforos, distribuindo “santinhos” de políticos aos motoristas e bradando os nomes de seus candidatos.  De quatro em quatro anos, a maioria da população do DF se dividia entre o azul e vermelho, as duas cores predominantes dos principais partidos à época: PMDB e PT.

O cansaço com a polarização desses dois partidos levou o brasiliense a seguir para uma terceira via, o verde, a cor que simbolizava a esperança. A grande maioria da cidade quis colocar um galho de arruda atrás da orelha.

Com o passar do tempo, o ramo de arruda que havia florejado, secou. A esperança do verde se transformou em uma cor parda e seca, ou seja, morreu. A folha seca acabou matando os sonhos de muitos brasilienses que, até então, admiravam o tom da esperança.

Com o desaparecimento do verde, a cidade acabou optando novamente pelo vermelho, a cor que para muitos lembram o sangue e a luta. Com isso, o povo almejava uma batalha contra a corrupção e os problemas da área da saúde. No entanto, dessa vez aconteceu um fato inédito: o vermelho se aliou ao azul, e, juntos, se misturaram e resultaram em uma cor roxa, fria, confusa, que não simbolizava nada.

Novamente o eleitor se decepcionou. E agora, promete se vestir de preto nas eleições de outubro, como uma forma de protesto, anulando o voto, caso não surja uma cor inédita que possa dar o tom necessário que a cidade precisa.

PPS e PSB são partidos que ainda não governaram o DF. Quem sabe não chegou à vez do rosa, uma cor feminina, que transmite sensibilidade, delicadeza e muita personalidade? Ou então o amarelo da cor do sol, com seus raios que iluminam?

As cores são apenas uma forma metafórica de analisar a política local. Elas dizem muito sobre o atual cenário em que estamos vivendo. Brasília cansou do azul, vermelho e verde, e de suas fusões.

Chegou a hora de pintar essa cidade com uma nova cor, consistente, que não perca a tonalidade com o passar do tempo.

O pincel está nas mãos do eleitor. Ele é quem decide com que cor vai querer pintar a Capital.



Fonte: Guardian Notícias - Por Fred Lima

Para melhorar imagem, Detran-DF quer gastar R$ 92 mil em 40 mil bonés

Acessórios serão entregues como brindes a motoristas a partir do carnaval. Detran diz que medida pode ajudar a rever visão negativa sobre o órgão.


O Detran do Distrito Federal pretende gastar este ano R$ 92 mil na compra de 40 mil bonés. Os acessórios, afirma o departamento, serão distribuídos como brindes em campanhas educativas de trânsito. A entrega do material pela empresa vencedora da licitação deve ocorrer até o início de março, informou o Detran.

No edital de licitação, o Detran diz que a medida tem como objetivo "quebrar certos paradigmas" e aproximar a autarquia e motoristas. O departamento relata ainda no documento que a "rejeição ao Departamento de Trânsito está ligada ao caráter punitivo das ações de fiscalização e policiamento". "Com isso, os materiais utilizados nas campanhas educativas permitem quebrar certos paradigmas, aproximar diretamente a autarquia e a comunidade, e criar a oportunidade de alterar a visão popular negativa sobre o Departamento de Trânsito."

Uma das campanhas educativas deve durar o ano todo, abordando assuntos relacionados ao respeito à vida no trânsito. A segunda, prevista para ser realizada nos meses de fevereiro, junho e setembro, vai abordar a ingestão de álcool e a direção. A terceira campanha tem calendário previsto para março, abril, agosto, outubro e dezembro, e irá abordar o respeito ao pedestre.

Se o Detran gastar os R$ 92 mil previstos na licitação, cada boné deve custar R$ 2,30. Dos 40 mil acessórios, 20 mil serão da cor amarela e devem ter as logomarcas do órgão e a mensagem com o tema de cada campanha. A outra metade será da cor branca.
Redução no número de acidentes
O Detran afirma que as campanhas educativas de trânsito "mostraram-se fundamentais tendo em vista a quantidade de acidentes com mortes, número ainda bastante elevado e que faz do Brasil o quinto país com o trânsito mais violento do mundo".

Um balanço preliminar divulgado pelo órgão no início de janeiro mostra que o número de pessoas que morreram no trânsito em vias do DF caiu 10% na comparação entre 2013 e 2012. O órgão informou que 375 pessoas morreram em acidentes de trânsito em 2013 contra 417 no ano anterior.
Investimento em educação menor em 2013
Levantamento feito pelo G1 mostra que entre janeiro e novembro de 2013 e 2012 o Detran gastou menos em campanhas educativas. Foram R$ 981 mil até novembro de 2013. Em 2012, o gasto foi R$ 2,5 milhões. A diferença é de 62%, com R$ 1,6 milhão a menos no período analisado.

Em gerenciamento eletrônico de trânsito, o que inclui os semáforos, o Detran gastou R$ 35 milhões até novembro de 2013 contra R$ 53 milhões em 2012. Os números representam gasto 32,5% menor, com R$ 17 milhões a menos.
Em policiamento e fiscalização de trânsito, o departamento gastou R$ 8 milhões até novembro de 2013. Em 2012, foram R$ 15 milhões. A diferença está em 46,5%, com cerca de R$ 7 milhões a menos.
Na concessão de benefícios e contratação de novos servidores, o órgão gastou R$ 19 milhões no exercício de 2013. Em 2012, o gasto foi R$ 13,8 milhões. A diferença é de 37,7%, com R$ 5 milhões a mais.

No que diz respeito à arrecadação, também há aumento no período pesquisado. O Detran arrecadou, até novembro de 2013, R$ 99,7 milhões em multas previstas na legislação de trânsito. Recebeu ainda outros R$ 11,6 milhões de multas aplicadas pela PMDF, totalizando 111,3 milhões. Em 2012, a arrecadação ficou em R$ 110 milhões. A diferença está em 9,4%, sem considerar o valor restituído pela PMDF.

Fonte: G1

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Filé Mignon

Duda Mendonça fechou com Junior Friboi, talvez o candidato mais rico destas eleições, que fará sua campanha para o governo de Goiás.

Um contrato de cerca de 20 milhões de reais para cuidar das propagandas de rádio e TV.

Por Lauro Jardim

2ª Etapa do Top Blog 2013: Blog Fernando9nahora fica entre os 100 melhores do País

Mais uma vez estamos concorrendo ao Top Blog e na primeira etapa ficamos entre os 100 melhores do país. Isso só foi possível com o voto de vocês. Agora peço seu voto novamente para a segunda etapa.
O período de votação da segunda etapa pelo júri popular (Internauta) e avaliação pelo Júri Acadêmico começa no dia 10/02/2014 e encerra no dia 10/03/2014, às 14h.
Peço a ajuda de vocês para votarem e divulgarem para seus amigos. É possível votar uma vez com email e uma vez com o facebook.

Para votar clique Aqui

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Saiu na Mídia


Deputada Celina Leão pede anulação de contratação de Pardais

A deputada Celina Leão (PDT) protocolou, na tarde desta quarta-feira (12), uma ação popular, onde propõe a anulação judicial de dois contratos emergenciais firmados entre o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN-DF) e empresas prestadoras de serviços de fiscalização eletrônica, popularmente chamados de “pardais”, firmados de forma ilegal, com dispensa irregular de licitação.

“O DETRAN vem com esta prática desde 2012 e mesmo alertado pelo Tribunal de Contas continua celebrando sucessivos contratos emergenciais, em prol de um grupo de empresas, o que demanda anulação desses contratos e apuração da responsabilidade civil dos agentes públicos e dos diretamente interessados em contratos ilegais”, explica a d
eputada.
Como vem sendo pontual a contratação de serviços de manutenção de câmeras de fiscalização de trânsito com dispensa de licitação, de forma irregular, o Tribunal de Contas do DF instaurou processos de fiscalização e já notificou o órgão para que cesse com a prática. Isso porque contratos emergenciais são para acobertar situações urgentes. “Como se falar em urgência nesses sucessivos contratos, desde 2012?”, indaga Celina Leão.
Para Celina a  fiscalização da velocidade de trânsito é um serviço essencial para a segurança e um serviço permanente, que deve ser objeto de licitação. “Com as sucessivas dispensas de licitação e com a morosidade no processo de licitação só posso concluir que  há má gestão da coisa pública ou falta de lisura, que se exige do administrador público”, avalia a parlamentar.
Fonte: Assessoria de imprensa